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Smack/Smash Into You

Posted by Caroline Buss on 17:09 in , ,


Começo esse novo ano trazendo uma das músicas mais bonitas que já ouvi, ficando entre as minhas preferidas.A canção Smack Into You, escrita para o álbum Ok Now do cantor Jon McLaughlin foi reeditada e seu nome foi modificado para Smash Into You para o álbum I Am...Sasha Fierce de Beyoncé.Ela não foi incluída (e não entendo o porquê) no álbum de Jon e então decidiram entregá-la à talentosa cantora Beyoncé, porém, graças ao YouTube, a canção está disponível para ser apreciada. Sinceramente, prefiro infinitamente a versão de Jon, não só pelos instrumentos, mas especialmente pela intensidade e emoção na voz do cantor. Não conhecia seu trabalho e por acaso encontrei essa música, mas fico contente por conhecê-la.
Para quem curtir ambas, também tem no YouTube um dueto não-original das duas versões, que também ficou muito bom.

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fun. - The Gambler

Posted by Caroline Buss on 18:01 in ,

A banda fun. ficou conhecida mesmo com as músicas We Are Young e Some Nights,  ambas escritas pelos membros da banda Nate Ruess, Andrew Dost, Jack Antonoff e produtor Jeff Bhasker. Eu sinceramente não lembro onde ouvi pela primeira vez, mas sei que fiquei interessada e decidi ouvir os dois CDs da banda. No fim, a minha canção preferida acabou sendo uma não tão conhecida e valorizada como as outras, talvez por ser do primeiro álbum Aim And Ignite. A música The Gambler conta a história da família do vocalista Nate, principalmente do amor entre seus pais, falando de como se apaixonaram até seus momentos mais tristes, como o câncer do pai de Nate, assunto que já foi abordado em outra composição de Nate para a sua banda anterior The Format, do qual também era o vocalista. Porém, nesta mostra o quão importante para o pai foi ter a mulher ao seu lado para combater a doença. Talvez pelo fato da música não ser um clichê romântico, ou por não ter frases marcantes e repetitivas, mas sim ser uma história real de amor, sem exageros, ou rimas sem sentido, apenas sincera, eu me apaixonei pela canção e sinceramente quase sempre choro quando a ouço. Por isso decidi trazer uma música diferente do fun. e espero que vocês gostem.
Trago então a tradução para acompanhar a versão de estúdio:

Devagar,
temos tempo para sermos preguiçosos
As crianças já floresceram de bebês diante dos nosso olhos.
Temos mais uns bons 50 anos para gastar no jardim
Eu não me importo em implorar o seu perdão,
Devemos viver até morrer.

Mal tínhamos 18 anos quando prometemos.
 Fazia frio, mas ficou quente quando você mal passou por meus olhos.
e então você se virou, esticou a mão,
e você me pediu para dançar.
Eu não sabia nada de romance, mas foi amor à segunda vista.

Eu juro que quando eu crescer, eu não vou apenas comprar-lhe uma rosa.
Vou comprar a loja de flores, e você nunca vai estar sozinha.
Mesmo se o sol parar de acordar sobre os campos
Eu não vou embora, eu não vou embora até que seja nossa hora.
Então segure minha mão, você sabe que eu nunca sairei do seu lado.

Era o inverno de 86, e todos os campos tinham congelado.
Então, nós nos mudamos para o Arizona para salvar nosso filho único
e agora ele está virando um homem, embora ele pense exatamente como sua mãe,
 ele acredita que todos nós somos amantes, ele vê esperança em todos nós.

E mesmo tendo se mudado,
sempre recebemos telefonemas de nossa filha.
Ela tem olhos como os do pai,
eles são azuis quando o céu está cinzento
E assim como ele, ela nunca pára,
Valoriza cada dia,
trabalha por tudo que lhe é dado,
Nunca reclama.

Você acha que eu quase perdi você
Quando os médicos tentaram levá-lo embora.
Mas, como na noite que segurou minha mão ao lado da lareira
30 anos atrás, até hoje
Você jurou que estaria aqui até nós decidirmos que é a nossa hora
Bem, não é a hora, você nunca desistiu em toda a sua vida.
Então segure minha mão, você sabe que eu nunca sairei do seu lado.
Você é o amor da minha vida, você sabe que eu nunca sairei do seu lado.

Você chega em casa do trabalho e me beija no olho
Você xinga os cães e diz que não deveria alimentá-los com o que é nosso
Então levamos as coisas pro jardim, olhamos para tudo que temos
e as crianças estão voltando para casa
Eu vou pôr a mesa, você pode fazer o fogo.


(a versão de estúdio também é ótima)

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Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)

Posted by Caroline Buss on 11:32 in , ,

Bom, depois de muito tempo sem postar por causa da faculdade, trago hoje a música A Minha Alma, sendo interpretada por Maria Rita, cantora  que já ganhou diversos prêmios por sua música e talento e que também é muito conhecida por ser filha de Elis Regina.
A música é originalmente da banda O Rappa, tendo sido também escrita por ela. Ganhou já diversos prêmios, entre eles: os prêmios MTV de Escolha da Audiência, Clipe do Ano, Clipe Rock, Direção, Fotografia e Edição e o prêmio Multishow de melhor clipe. O vídeo (abaixo) mostra conflitos no Rio e é uma das músicas da banda a ter grande impacto social.

Então, hoje voltando pro blog, queria trazer uma música brasileira tão bonita e tão bem interpretada tanto pelO Rappa como pela Maria Rita.

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A História de Sofia

Posted by Caroline Buss on 19:16 in , ,

Trago essa propaganda porque foi um dos vídeos mais bonitos que já vi.

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Leddra Chapman

Posted by Caroline Buss on 19:45 in ,

Bom, já falei aqui sobre o Ed Sheeran, que, desde o dia do post, é meu cantor favorito. Encontrei então um dia um vídeo dele cantando a música Fuck You, do Cee Lo Green, com a cantora Leddra Chapman. Decidi então pesquisar mais sobre esta cantora e compositora britânica. Sua primeira música lançada foi Story, que rendeu ótimas críticas, principalmente ao seu "perfeito vocal". Outras músicas de seu álbum Telling Tales também são incríveis e, desde o primeiro instante, virei uma grande fã. Outras músicas que adorei muito foram Savin' You e Picking Oranges, porém nenhuma tem vídeo. Sua canção Edie é sobre a história de Edie Sedgwick. Achei interessante dividi-la com vocês, pois realmente a admiro.


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The Wanted em Porto Alegre

Posted by Caroline Buss on 20:35 in , ,
Então, depois de muitos shows bons que perdi ultimamente, fiquei absolutamente triste por saber da vinda da banda The Wanted, pois queria muito ir, porém o show seria no Z Festival (junto de Demi Lovato, McFly e outros), ou seja, não seria em Porto Alegre, e eu não teria condições de pagar. Algumas semanas depois, recebo um aviso no celular do Songkick avisando que The Wanted tinha confirmado mais um show. Desta vez em Porto Alegre, no Pepsi On Stage. Se minha alegria não pudesse aumentar, percebi alguns segundos depois que o show seria apenas da banda, ou seja, teríamos direito a mais músicas. Desde o anúncio deste show, foi uma confusão conseguir o ingresso, tive que acordar extremamente cedo para pegar o desconto da Zero Hora, o que deu certo no fim e me garantiu um lugar na Pista Premium, e fiquei num estado de pura ansiedade até a data chegar.
Pois bem, a data chegou e tive o imenso prazer de ter um lugar ótimo na pista e ver os cinco britânicos de enorme talento apresentando músicas ótimas, incluindo covers do Coldplay, muito de perto. Para quem não conhece, The Wanted foi formada em 2009, depois de muitos testes no Reino Unido para criar uma banda. Ficou realmente famosa no Brasil depois do single Glad You Came do segundo álbum, música que ficou em primeiro lugar nas listas de melhores canções. Vieram pela primeira vez ao Brasil para abrir o show de Justin Bieber. Agora, estão trabalhando no terceiro álbum, que já teve o primeiro single I Found You lançado nas rádios. 
Falando então do show: 
A energia da platéia já era óbvia antes mesmo da banda aparecer. Eu senti minha voz falhar antes mesmo de ver Max George, Jay McGuiness, Tom Parker, Nathan Sykes e Siva Kaneswaran  (da esquerda para a direita na foto ao lado) aparecerem. Quando aparecerem, estavam todos muito conectados com a platéia, mandando beijos para as câmeras, piscando, brincando, rindo e dançando. A simpatia só aumentou quando eles falaram conosco e disseram que o Brasil é um de seus lugares favoritos pela reação que sempre recebem das fãs (depois do show, Tom twittou que um sonho tinha se realizado: fazer um show apenas deles no Brasil). Disseram também que nos amavam e mais de uma vez pediram para cantarmos juntos, vibrando animadamente quando percebiam que todos no local conheciam cada mínimo detalhe de suas canções. 
Eu admito que ainda não acredito que realmente os vi ao vivo. Além do fato de realmente adorá-los, por ver na internet fãs dizendo que eles são extremamente gentis e humildes, eles também estavam tão simples e ao mesmo tempo incríveis naquele palco tão perto de mim. Vocalmente falando, todos eles soavam melhor do que nos álbuns. E, como ouvi falar de todas as garotas (e concordei), todos parecem muito mais bonitos ao vivo. E simpáticos.
Não trago fotos minhas desta vez, pois não consegui tirar nenhuma de boa qualidade. Apenas alguns vídeos. Os cinco estavam se divertindo demais e se mexendo demais para as câmeras, o que impossibilitou qualquer boa foto. 
Resumindo, o show estava brilhante, todas nós saímos um tanto roucas e emocionadas. E eu saí num estado de descrença total do que realmente tinha acontecido. O show da banda foi incrível e de ótima qualidade, o que nos fez virar ainda mais fãs e ter mais certeza de que veremos quantos shows forem possíveis. 
(para quem quiser ver os vídeos que gravei, tenho Warzone e Rocket)

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SALVE A AMAZÔNIA

Posted by Caroline Buss on 10:16 in , ,


Clique na imagem acima para participar da petição!

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Kiss Me Cover

Posted by Caroline Buss on 20:03 in ,
Então, depois de todo esse meu tempo ausente, volto trazendo um cover de uma música que realmente adoro: Kiss Me, da banda Sixpence None The Richer, da qual já falei aqui. Hoje, por acaso, encontrei um cover dessa canção, feito pelo cantor americano Jason Walker e fiquei encantada com a versão, talvez por ser no piano e por ser cantada de uma forma tão bela por esse cantor. De qualquer forma, me encantei e quis dividir com vocês!

 

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The Lorax

Posted by Caroline Buss on 19:09 in , ,
Antes de tudo, quero pedir desculpas por não manter o blog tão atualizado como antes. Mas então, hoje decidi assistir a um filme de desenho animado. Não sei exatamente quando é (ou se já foi) o lançamento desse filme, mas fiquei realmente impressionada com a qualidade da animação. O filme The Lorax, baseado no livro de mesmo nome do escritor Dr. Seuss traz uma incrível mensagem de ambientalismo. Acho que o que torna o filme tão interessante é o fato de ser engraçado, tranquilo de assistir e ser uma história infantil que traz uma mensagem tão importante e de uma forma realmente emocionante. Além de ficar encantada no início do filme com a forma que a natureza é representada, também chorei no final com a mensagem citada do livro. Vale muito a pena ler e mostrar a todos, especialmente às crianças. Assim como Wall-E, é um filme muito bonito e superficialmente leve, pois traz na animação um dos problemas do nosso mundo. As crianças adoram e não enxergam como assuntos adultos, porém, é possível conscientizá-los sem "forçar a barra". A história mostra Once-ler, um garoto que decide derrubar uma árvore para conseguir um negócio. Logo que isso acontece, Lorax aparece como "protetor" das árvores, com uma importante mensagem. Porém, Once-ler não lhe dá ouvidos e continua a derrubar as árvores.
Fiquei muito satisfeita com o filme e espero que a mensagem se espalhe e que o filme tenha bastante fãs. Além de ter me apaixonado perdidamente pela imagem da natureza que aparece, como pode ser visto na imagem.


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Madilyn Bailey

Posted by Caroline Buss on 14:56 in ,

Bom, finalmente férias. Isso me fez ter novamente tempo de viajar pelo YouTube em busca de artistas não tão reconhecidos por seus talentos, o que já virou um hobbie. Então estava tocando esses dias no Multishow a música Boyfriend do Justin Bieber e eu fiquei me perguntando se teria um cover legal no YouTube. O interessante é que eu realmente encontrei um, e me senti não só obrigada a baixar a música, mas também a dividir com vocês.

Fui atrás então de outros covers feitos pela talentosa Madilyn Bailey. Dentre outros, o que mais gostei foi o da música Titanium, do Davit Guetta com Sia. O cover é o primeiro vídeo do post. No canal do YouTube de Madilyn, têm outros vídeos também, incluindo algumas músicas originais da garota. Mas, por agora, queria dividir esses dois com vocês, já que a achei incrível. Espero que vocês também curtam e vamos torcer para que ela seja mais reconhecida!

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The Killing (2)

Posted by Caroline Buss on 23:19 in ,
Bom, escrevo dessa vez sobre a segunda temporada da série The Killing (clique aqui para ver o post sobre a primeira temporada). Eu estava realmente curiosa sobre a forma como iam lidar com a série dessa vez. The Killing é a única (pelo menos que eu lembre) série que traz apenas uma investigação, um único caso durante todos os episódios. A verdade é que achei essa temporada um pouco menos emocionante, mas minha curiosidade e a certeza de que o assassino seria revelado no 13º e último episódio da temporada me fizeram assistir pelo menos seis episódios de ontem (sexta) até a madrugada desse sábado.
Realmente admirei a forma como os personagens, o tema e principalmente o cenário foram tratados. Os policiais não são os bonzinhos e perfeitos, muito longe disso. O tema vai desde os problemas da detetive principal do caso, Linden, até o drama da família de Rosie, a garota que foi assassinada no primeiro episódio da primeira temporada. Esse "drama" me fez chorar demais desde o início até o último minuto da série. E o cenário ajudou ainda mais a deixar a série com um aspecto 100% deprimente, o que praticamente definia os problemas e as tristezas geradas pelo assassinato de Rosie. Seattle foi escolhida para ser o local onde a história se passa, por ser uma das cidades mais chuvosas dos Estados Unidos. O cenário sozinho já era o suficiente para expressar o tema da série, o que sinceramente admirei, pois é diferente de todas as séries policiais que vemos que tem, pelo menos, uma cena alegre e ensolarada.
Enfim, essa segunda temporada me fez chorar mais do que esperada e teve um final tão absolutamente inesperado, bonito e triste que não sei exatamente como definir. A história traz todos os "podres" da politicagem, mas ao mesmo tempo vemos aqueles que são julgados ao extremo pela imagem que têm. Temos a família de Rosie que passa de alegre e praticamente perfeita para totalmente destruída em todos os aspectos por causa da perda. E ainda os problemas de Linden ao ter que lidar com o fato de ser uma completa workaholic enquanto é mãe solteira de um adolescente.
Bom, não sei se a série agrada a todos os gostos. Mas posso dizer que o último episódio fez valer todos os episódios sem sombra de dúvida. O assassino, pelo menos para mim, foi totalmente inesperado: mudei de ideia diversas vezes durante os 26 episódios e fiquei completamente surpresa quando foi revelado. Além disso, a minha concepção de praticamente todos os personagens também mudou com o tempo, alguns se tornando meus preferidos, e outros caindo totalmente no meu conceito.
Resumindo, achei a série incrível. E terminei tendo Rosie como uma das minhas personagens preferidas, apesar de ter aparecido tão pouco.

E também parabenizo o site da AMC, canal onde a série passou nos EUA, por ter organizado um espaço tão bom para The Killing, tendo vídeos sobre Rosie, documentos, evidências, a change de vasculhar um pouco do quarto da garota Larsen, sem contar o bate papo para cada episódio. Realmente adorei.
Obs: Não sei por quanto tempo o site estará disponível, mas, para quem quiser acessar, é só clicar aqui.

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FanArt

Posted by Caroline Buss on 16:00 in ,
Então, de alguma forma, acabei encontrando as duas imagens ao lado no Google, numa matéria em que falava sobre como as princesas seriam se fossem mais recentes e modernas. A idéia veio de Viktoria, da Ucrânia, que faz desenhos digitais, ou seja, no computador mesmo. Fiquei tão impressionada com o talento dela que fui atrás do site, para ver outros desenhos. Na sua maioria, os desenhos são FanArt, melhor dizendo Viktoria, ou Viria, como ela se autonomeou, faz artes sobre personagens já conhecidos, especialmente os de Harry Potter. Viria tem uma "pasta" especial sobre James e Lily, os pais de Harry. Só para constar, os seus desenhos sobre Harry Potter, pelo que pude entender, são todos baseados apenas no livro e não no filme, então Lily é realmente ruiva, e Ginny não é parecida com a atriz que deu vida à personagem no cinema. De qualquer forma, vale muito a pena olhar. Eu fiquei encantada com o talento dela e admito que fui influenciada pela quantidade de ruivas(os) em suas obras, já que tenho um fraco por essa cor de cabelo. Para quem quiser conferir, o site onde encontrei as fotos é este e, para visualizar outras imagens, é só clicar em Gallery. Embaixo, trago o meu desenho favorito: é Dr. Spencer Reid, da série Criminal Minds. E uma foto dele, para comparações, para quem nunca viu a série - que, aliás, recomendo. Por ser incrível e por ter o incrível Matthew Gray Gubler no papel do Dr. Reid.



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Marisa Monte

Posted by Caroline Buss on 21:06 in , ,
Sou fã da Marisa Monte desde que nasci, sem exagero algum, graças a minha mãe que me apresentou à cantora antes mesmo de eu sair da sua barriga, então, sem sombra de dúvidas, fui ao incrível show dessa cantora maravilhosa e de voz divina com a companhia da minha amiga/mãe Ligia (normalmente vou aos shows na sua agradável companhia, mas hoje achei necessário comentar aqui), minha avó e minha dinda. E tive o imenso prazer de voltar com um autógrafo no ingresso, além de uma dedicatória para a minha avó no seu CD.
Enfim, falando sobre o show que ocorreu hoje, dia 07 de junho, no Teatro do Sesi: chegamos ao Teatro morrendo de frio, mas cito a própria Marisa Monte: "estou comovida por vocês terem vindo nesse frio e fico feliz que vocês me aqueceram".
Marisa Monte apareceu e o público já começou a bater palmas e gritar. Como era de se esperar, ela iluminou o teatro e manteve, durante todo o show, a simpatia e a voz delicada e bela. Admito que me emocionei mais de uma vez e vi muitas pessoas gritando e batendo palmas também emocionadas. Alguns fãs gritaram diversas vezes elogios, e, num deles, Marisa parou de falar e agradeceu sorrindo.
Faziam parte do repertório músicas antigas e famosíssimas e também músicas de seu novo CD, incluindo duas canções que tocam quase todos os dias nas duas novelas da Globo. Marisa, nas mais conhecidas, pediu para a platéia acompanhar e, sem pensar duas vezes, todos cantaram batendo palmas em retorno.
Num dado momento, Marisa Monte encantou cantando uma música em italiano da cantora Mina Mazzini. Também relembrou a cantora Cássia Eller, fazendo uma homenagem ao dizer que "Ter saudade não é sentir falta de alguém, ter saudade é sentir a presença de alguém".
Como esperado em todos os shows, ela voltou depois para o bis e tocou sozinha a música Amor I Love You com a ajuda da platéia. E ainda nos deu o prazer de ouvi-la cantando "Porto Alegre I Love You", além da música Velha Infância. Recebeu um buquê de flores no final de alguém (não sei se era um fã) e entregou a palheta a uma pessoa da platéia e disse se justificando de brincadeira pela preferência "ah, ela trouxe um cartaz." Mais tarde, apareceu para dar autógrafos e foi novamente uma simpatia com todos, apesar de a grande maioria estar gritando com os que furavam a fila ou empurravam.
Posso dizer que valeu muitíssimo a pena (tanto que cheguei em casa e assisti todas as gravações que fiz) e recomendo a todos qualquer CD ou DVD da cantora. Foi divino: inundou o teatro de talento e simpatia. Resumindo: Marisa Monte é uma artista que mereceu todos os aplausos e mereceria muitos mais.

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